A Polícia Civil prendeu Eduarda Cruz dos Santos, conhecida como “Duda”, suspeita de participação no assassinato de Mayza Carolaine Leal de Souza, jovem encontrada morta em uma área de mata fechada em Ananindeua, na Grande Belém. Segundo as investigações, Eduarda seria amiga da vítima e teria armado uma emboscada, conhecida como “casinha”, para atrair Mayza até o local do crime.
A prisão ocorreu após denúncias anônimas, com apoio de imagens de câmeras de segurança e diligências realizadas por equipes policiais. A suspeita foi localizada na travessa Alferes Costa, onde estava escondida desde o crime.
Eduarda estava foragida e foi encaminhada para a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM), onde passou pelos procedimentos legais. A Polícia Civil trata o caso como feminicídio, e as investigações seguem sob responsabilidade da Delegacia de Feminicídios (Defem).
Corpo foi encontrado em mata fechada
O corpo de Mayza foi localizado na quinta-feira (16), um dia antes de seu aniversário, em uma área de mata de difícil acesso, a cerca de 400 metros da estrada, em Ananindeua.
A jovem estava desaparecida desde segunda-feira (13), e familiares já realizavam buscas e tentavam obter informações sobre seu paradeiro.
De acordo com a perícia preliminar da Polícia Científica, Mayza foi morta com vários disparos de arma de fogo, o que reforça a linha de investigação de execução.
Namorado da vítima é apontado como principal suspeito
A polícia também efetuou a prisão de Davi Joaquim Barbosa dos Reis, namorado da vítima e apontado como principal suspeito de envolvimento direto no crime.
Segundo informações repassadas pela Polícia Militar, a motivação do assassinato teria sido ciúmes. O suspeito teria visto mensagens no celular de Mayza, o que teria provocado a reação violenta.
Ademais, há suspeitas de que a jovem tenha sido torturada por integrantes de uma facção criminosa à qual o namorado estaria ligado. Informações preliminares apontam que o namorado havia constatado que Mayza possuía contatos de policiais, o que pode ter agravado a situação dentro do grupo criminoso.
A Polícia Civil segue reunindo provas para esclarecer todos os detalhes do crime e identificar se há outros envolvidos na execução da jovem.
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