Belém completa 410 anos sob um ciclo de investimentos históricos liderado pelo Governo do Pará, que acelera a transformação urbana e social da capital. A expansão do saneamento básico já elevou o índice de esgotamento sanitário de 18,79% para 38,68% da área urbana, enquanto obras estruturantes de macrodrenagem avançam nos canais da Doca, na avenida Visconde de Souza Franco, na avenida Tamandaré, na rua dos Mundurucus e em quatro trechos da Bacia do Tucunduba, que atende diretamente cerca de 300 mil moradores dos bairros Guamá, Terra Firme, Canudos e Marco. Nesse mesmo pacote de obras, o Estado entregou os canais da Vileta, União, Leal Martins, Timbó, Gentil e Cipriano Santos, reduzindo alagamentos e ampliando a segurança urbana.
A requalificação da malha viária também ganhou escala com mais de 235,90 quilômetros de ruas asfaltadas desde 2019 por meio do programa Asfalto Por Todo o Pará, facilitando a mobilidade e impulsionando a economia local. Em paralelo, a capital recebeu novos equipamentos públicos que mostram o legado urbano e ambiental associado à COP30, como o Parque da Cidade e os parques lineares, além do Porto Futuro, que integra o Museu das Amazônias, o Armazém da Gastronomia, o Parque de Bioeconomia e a Caixa Cultural, fortalecendo o turismo, a cultura e a economia criativa.
A logística fluvial avançou com a inauguração, em 2025, do Terminal Hidroviário da Tamandaré, que ampliou o acesso às ilhas e a Barcarena, reforçando a integração regional. O Governo do Pará sustenta que esses investimentos não se limitam à realização da COP30, mas estruturam um ciclo permanente de desenvolvimento, ao combinar saneamento, drenagem, mobilidade, cultura e bioeconomia em uma estratégia de modernização que reposiciona Belém como metrópole amazônica mais resiliente, conectada e com melhor qualidade de vida para sua população.














