Brasil assume liderança mundial na produção de carne bovina e Marabá se destaca entre os 5 maiores rebanhos do país

Marabá

 

 

 

O Brasil ultrapassou os Estados Unidos e se tornou o maior produtor mundial de carne bovina no último ano, resultado direto do aumento dos abates e da forte demanda internacional. O país já liderava as exportações globais do produto e, em 2025, alcançou embarques próximos de US$ 17 bilhões.

Com os preços da carne em níveis recordes no mercado internacional, pecuaristas intensificaram o envio de animais para o abate, aproveitando a procura aquecida de países como China e Estados Unidos. A restrição da oferta global contribuiu para a valorização do produto e reforçou a posição brasileira no comércio externo.

Especialistas apontam que volumes elevados de abate costumam pressionar a produção futura, uma vez que os produtores precisam recompor os rebanhos. Ainda assim, analistas avaliam que avanços em produtividade podem reduzir esse impacto. O uso de inseminação mais eficiente, a engorda acelerada e o abate de animais mais jovens permitem manter a produção mesmo em ciclos de maior saída de animais.

Região Norte concentra grandes rebanhos e ganha protagonismo

A Região Norte ocupa papel central nesse cenário e reúne alguns dos maiores rebanhos bovinos do país. São Félix do Xingu, no Pará, lidera o ranking nacional com cerca de 2,5 milhões de cabeças de gado, número aproximadamente 38 vezes superior à população humana do município. Porto Velho, em Rondônia, aparece em terceiro lugar, com 1,8 milhão de cabeças, enquanto Marabá, também no Pará, ocupa a quinta posição, com 1,3 milhão.

A força da pecuária no Norte mostra a relevância econômica da região e contribui de forma decisiva para o desempenho do Brasil no mercado internacional de carne bovina. No ranking nacional dos maiores rebanhos, além de São Félix do Xingu e Porto Velho, aparecem Corumbá, em Mato Grosso do Sul, com 2,2 milhões de cabeças, e Cáceres, em Mato Grosso, com 1,4 milhão.

Os números oficiais da produção brasileira ainda serão divulgados em fevereiro, mas estimativas preliminares já indicam revisão para cima, refletindo o ritmo dos abates, a demanda externa aquecida e a capacidade de adaptação do setor pecuário.

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